Senado: Um dos beneficios dos politicos derrubado ?
Senado engatinha, mas esta longe de dar grandes passos: Um dos beneficios é derrubado?
A maior revolta do brasileiro tem nome e lugar: os políticos, em especial os de Brasília. A corrupção envolvendo o nome deles, as denúncias e os altos salários são alguns dos motivos que levam os cidadãos a reprovarem os políticos. Mas vale lembrar que eles estão lá por causa de nós, através do nosso voto.
Mas eis que vem de lá de Brasília, no ambiente de tanta sujeira política, uma boa notícia: a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o CAE, votou e tirou dois benefícios que o próprio Senado tinha.
Trata-se de um projeto proposto pela senadora licenciada Gleisi Hoffmann. Essa proposta extingue o 14º e o 15º salários que eram pagos aos senadores no início e no fim de cada ano. Esses dois salários extras eram no valor de R$ 26,7 mil e eram tido como ajuda de custos. Agora, esse valor só será pago aos senadores no início de no fim de cada legislatura.
Alguns senadores fizeram birra na hora de votar. Não queriam aceitar essa extinção dos salários extras. Alegavam que essa ajuda é primordial para eles, já que o baixo salário de 19 mil mensais, que cada um deles ganha, é pouco para arcar com todas as despesas de um parlamentar.
Entretanto, o revoltante é que o salário de cada um deles, no fim do mês, ao somar todas as ajudas que têm (inclue-se verba indenizatória e recursos de suporte ao senador) pode chegar a R$ 170 mil. Agora, faltou dizer para estes senadores que tem brasileiro vivendo com R$ 622. Pensar no aumento do mínimo, eles não pensam.
Agora que foi aprovada pela CAE, a proposta tem que passar pela Mesa Diretora do Senador, em seguida para o Plenário da Casa. E, por fim, precisa tramitar pela Câmara. Ufa, é tanto passeio que é capaz de a proposta se perder pelo caminho.
A notícia é boa, claro. Mas há muito mais a se fazer ainda pra limpar a imagem suja que esses políticos têm. Porém, se vem mais boas notícias, só o tempo dirá. A gente torce, mesmo sabendo que será muito difícil.
Com informações do Estadão.com e Oglobo.com.



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